O Saco de Batatas vai estar em um novo lar. Estou anunciando agora que estou saindo do Blogspot e vou entrar no Wordpress. Gostaria de agradecer todos os meus leitores assíduos, e também queria dizer que é ótimo estar em uma casa nova. Nestes 5 anos em que ficamos aqui, compartilhamos várias coisas. Também queria convidar todos aqueles que já entraram neste blog a continuarem entrando, mas aqui:
http://www.sacodebatatas.wordpress.com/
Automobilismo, Motociclismo e muito mais. Aperte seus cintos nessa viagem de corrida de carros e motos que viciam qualquer um. Preparado? Vamos lá!!
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Impossível
Retiro meu post "Os dois futuros companheiros". Não acho que seja uma boa ideia Pérez ir para o lugar de Massa. Pérez é rápido e, por conta disso, comete vários erros. O mexicano não gostaria de ser uma vaquinha de presépio na Ferrari. Meu palpite é que ele iria preferir lutar por pontos e pódios onde ele está, na Sauber. Todo mundo se lembra da temporada de 2007, que Alonso tinha um companheiro de seu nível de velocidade e competência, e deu no que deu.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Parabéns Dixon!
O neozelandês Scott Dixon foi perfeito. Ontem, no GP de Detroit, ele arrasou. Para começar, ficou com apenas 0s004 de diferença na pole para Will Power. Depois de uma corrida tumultuada, que tinha pedaço de asfalto se soltando, com direito a batida de James Hinchcliffe e Takuma Sato, o campeão de 2008 se deu bem e venceu. Dario Franchitti foi o segundo e Simon Pagenaud o terceiro. Mas a verdade é apenas uma: Franchitti é um dos melhores de todos os tempos. Para Will Power, esta realidade seria dura, pois ele perdeu dois títulos com Franchitti sendo o campeão. E Oriol Servià está sendo um nome a ser observado nesses (talvez) últimos anos de carreira. Ele leva uma Dreyer & Reinbold na décima posição do campeonato.
Confira o campeonato até aqui:
1-Will Power- 232 pontos
2-Scott Dixon-206 pontos
3-Helio Castroneves- 177 pontos
4-Dario Franchitti- 176 pontos
5-James Hinchcliffe-176 pontos
6-Simon Pagenaud-171 pontos
7-Ryan Hunter-Reay-169 pontos
8-Ryan Briscoe-142 pontos
9-Tony Kanaan-141 pontos
10-Oriol Servià-129 pontos
11-Charlie Kimball-120 pontos
12-JR Hildebrand-119 pontos
13-Rubens Barrichello-112 pontos
14-Takuma Sato-112 pontos
15-Graham Rahal-109 pontos
16-E.J Viso-106 pontos
17-Justin Wilson-106 pontos
18-Marco Andretti-105 pontos
19-Mike Conway-97 pontos
20-James Jakes-89 pontos
21-Josef Newgarden-87 pontos
22-Sebastien Bourdais-86 pontos
23-Ed Carpenter-85 pontos
24-Alex Tagliani-79 pontos
25-Simona de Silvestro-78 pontos
26-Katherine Legge-71 pontos
27-Ana Beatriz-28 pontos
28-Townsend Bell-26 ponts
29-Michael Jourdain-16 pontos
30-Sebastian Saavedra-14 pontos
31-Bryan Clauson-13 pontos
32-Jean Alesi-13 pontoss
33-Wade Cunningham-13 pontos
Confira o campeonato até aqui:
1-Will Power- 232 pontos
2-Scott Dixon-206 pontos
3-Helio Castroneves- 177 pontos
4-Dario Franchitti- 176 pontos
5-James Hinchcliffe-176 pontos
6-Simon Pagenaud-171 pontos
7-Ryan Hunter-Reay-169 pontos
8-Ryan Briscoe-142 pontos
9-Tony Kanaan-141 pontos
10-Oriol Servià-129 pontos
11-Charlie Kimball-120 pontos
12-JR Hildebrand-119 pontos
13-Rubens Barrichello-112 pontos
14-Takuma Sato-112 pontos
15-Graham Rahal-109 pontos
16-E.J Viso-106 pontos
17-Justin Wilson-106 pontos
18-Marco Andretti-105 pontos
19-Mike Conway-97 pontos
20-James Jakes-89 pontos
21-Josef Newgarden-87 pontos
22-Sebastien Bourdais-86 pontos
23-Ed Carpenter-85 pontos
24-Alex Tagliani-79 pontos
25-Simona de Silvestro-78 pontos
26-Katherine Legge-71 pontos
27-Ana Beatriz-28 pontos
28-Townsend Bell-26 ponts
29-Michael Jourdain-16 pontos
30-Sebastian Saavedra-14 pontos
31-Bryan Clauson-13 pontos
32-Jean Alesi-13 pontoss
33-Wade Cunningham-13 pontos
domingo, 3 de junho de 2012
Alguersuari na Force India?
O jornal "Mundo Deportivo" disse que Jaime Alguersuari poderia ser um dos primeiros nomes da Force India em 2013. Porém, o espanhol se recusou a confirmar ou negar qualquer informação. Particularmente, acho que seria uma boa ele ir para a escuderia. Não gostaria que ele voltasse para ficar em uma nanica. Entre Jaime ir para uma HRT e ir para a Toyota em Le Mans, fico com a segunda opção. Como Paul di Resta é um nome cotado para o lugar de Michael Schumacher ou de Felipe Massa, as chances de Alguersuari voltar no ano que vem são grandes.
sábado, 2 de junho de 2012
A minha opinião sobre Heidfeld
Nick Heidfeld era um nome a ser observado em 1999. Foi campeão da F3000, tinha tudo para ser um grande campeão. Mas quando tinha tudo para conseguir sua primeira vitória, ele se deu muito mal. Tem apenas uma pole position, conquistada no GP de Nurburgring de 2005, e não tem nenhuma vitória. Ele tem um talento muito grande, atualmente disputa o Mundial de Endurance pela Rebellion. Não sei se ele tem ou vai ter resultados extraordinários, mas Alexander Wurz, por exemplo, não se deu bem da F1 e na minha opinião, é um dos maiores gênios da Le Mans atual. Mas Heidfeld não teve carros muito competitivos nas mãos. O melhor ano dele foi 2007, quando ficou em quinto lugar, atrás da dupla da McLaren e da Ferrari. Ele venceu o duelo com Kubica fácil, ficando na zona de pódio nos GPs do Canadá e Hungria. Em 2008, ele conseguiu mais pódios, mas foi vencido por Robert Kubica, que venceu o GP do Canadá. Em 2009, a BMW prometia, mas não se deu nada bem. Heidfeld e Kubica, juntos, conseguiram apenas 2 pódios. Em 2010, após a demissão de Pedro de la Rosa, que corria na Sauber, Heidfeld entrou em seu lugar, e se deu bem. 2011 foi o ano que Heidfeld encerrou sua carreira, correndo na Lotus, sendo posteriormente substituído por Bruno Senna. Na Sauber, venceu o duelo doméstico com Massa, perdeu o duelo com Räikkönen, e ganhou o com Frentzen. Na Jordan, se deu bem e foi melhor que Giorgio Pantano e Timo Glock, que estrearam em 2004. Ao todo, as estatísticas foram:
1 pole position
2 melhores voltas
13 pódios
48 abandonos
259 pontos
Leia agora, a coluna de 2011 que o meu amigo Capelli postou sobre ele, para a revista Warm Up.
Nick Heidfeld é um caso que merece ser estudado. O piloto alemão, ainda que bastante talentoso, é dentre todos os da Fórmula 1 atual o que mais dificuldades teve na carreira. Esteve sem emprego por, pelo menos, quatro vezes. Mas, mesmo assim, nunca ficou uma temporada inteira afastado, ainda que nunca tenha conseguido as bênçãos de nenhum abastado patrocinador.
O começo da carreira de Heidfeld já foi marcado por um certo revés. Estreou na Prost, em 2000, mas seu contrato era com a McLaren. Campeão de F3000 em 1999 pelo time júnior da escuderia prateada, ingressava na F1 em uma equipe menor com o objetivo de ser preparado para ser piloto McLaren dentro de alguns anos, quando Mika Hakkinen se aposentasse. Não teve um bom ano, mas a McLaren bancou-o na Sauber em 2001. Foi uma boa temporada, com pódio e tudo, mas o alemão foi vítima do efeito Kimi Raikkonen. Hakkinen, bicampeão e de grande reputação na McLaren, indicou seu compatriota para substituí-lo em 2002. Kimi fez alguns testes, caiu nas graças de Ron Dennis e Nick ficou a ver navios.
Já independente da McLaren, precisou reconstruir sua carreira, ainda que permanecendo na Sauber. Mas o baque foi grande. Em 2003, principalmente, cometeu muitos erros e ficou em situação delicada na equipe. Acabou dispensado por Peter Sauber e ficou sem rumo. Muitos já davam sua carreira como acabada, até que, surpreendentemente, descolou uma vaga na Jordan para 2004.
A Jordan vivia seu ocaso, sem dinheiro e patrocinadores. Com Giorgio Pantano de piloto pagante – posteriormente substituído por Timo Glock -, Nick seria o responsável pelo desenvolvimento. Mesmo praticamente correndo de graça, topou a oferta. Até que não foi um mau ano para ele, ainda que tenha sido a pior temporada da história da equipe. Nick chegou a conquistar um quinto e um sexto lugares, mas a situação financeira era delicada demais, a ponto de Eddie Jordan ter de vender o time. E, com isso, Nick ficou desempregado outra vez.
Mas a boa temporada na Jordan melhorou sua cotação na Fórmula 1. E com isso foi chamado pela Williams para uma espécie de vestibular para definir quem seria o companheiro de Mark Webber em 2005. Chegou na última hora e superou o favorito à vaga, Antonio Pizzonia. E, assim, continuou na categoria. Apesar de conturbada, foi uma de suas melhores temporadas. Marcou uma pole em Nürburgring, chegou duas vezes em segundo lugar e superava em pontos seu companheiro de equipe, bem mais cotado. Até que sofreu um acidente durante testes em Monza e não pôde disputar os GPs da Itália e da Bélgica. Quando deveria retornar, foi vítima de represália da Williams.
O motivo: a BMW, que fornecia motores e estava deixando a equipe, havia contratado o piloto para disputar a temporada seguinte pelo time que acabara de comprar, a Sauber. Frank Williams e Patrick Head, furiosos, não deixaram mais que Nick voltasse, ficando de fora até o fim do ano. Mas, ainda que com este contratempo, a passagem do alemão pela BMW Sauber foi seu melhor momento na Fórmula 1. Foram quatro temporadas, oito pódios e uma vitória que bateu na trave, no Canadá em 2008.
O problema é que, em fins de 2009, a BMW resolveu abandonar a F1. E Heidlfeld, outra vez, ficou desempregado. Assinou como terceiro piloto da Mercedes para 2010, mas em momento algum foi aproveitado. Virou test driver da Pirelli, ajudou a desenvolver os pneus de 2011, e no fim do ano foi premiado com uma vaga na F1, de novo na Sauber. Disputou os últimos GPs do ano em substituição a Pedro de La Rosa, que fazia um campeonato abaixo da crítica. Para se ter uma ideia, Nick conseguiu em cinco corridas a mesma pontuação do espanhol em 14.
Pena que o bom desempenho não tenha servido para segurar Heidfeld na F1. Precisando de dinheiro, Peter Sauber contratou o mexicano Sergio Perez e Nick, como de costume, ficou a pé. Até que… Robert Kubica, seu ex-companheiro de BMW Sauber, sofreu um sério acidente de rali na Itália. E então Nick Heidfeld voltou às manchetes.
Os resultados dos testes em Jerez de la Frontera não deixaram muitas dúvidas sobre quem seria o escolhido para substituir Kubica. Faltam a Bruno Senna e Vitantonio Liuzzi, os outros candidatos, a experiência e a consistência que sobram em Heidfeld. Semana passada veio a confirmação. É a escolha óbvia.
Paradoxalmente, a temporada na Renault pode ser a mais promissora de toda a carreira de Nick. O carro vem andando bem, não é de se duvidar que possa brigar por vitórias, ainda que eventualmente. E assim, quem sabe, o alemão possa conseguir livrar-se da pecha que o acompanha já há alguns anos: é o piloto que mais GPs disputou sem ter vencido um sequer, em toda a história da sexagenária Fórmula 1.
Com tantas idas e vindas, altos e baixos até injustos para um piloto de talento, um fato não dá para negar. Nick Heidfeld pode não ser brasileiro, mas não desiste nunca.
1 pole position
2 melhores voltas
13 pódios
48 abandonos
259 pontos
Leia agora, a coluna de 2011 que o meu amigo Capelli postou sobre ele, para a revista Warm Up.
Nick Heidfeld é um caso que merece ser estudado. O piloto alemão, ainda que bastante talentoso, é dentre todos os da Fórmula 1 atual o que mais dificuldades teve na carreira. Esteve sem emprego por, pelo menos, quatro vezes. Mas, mesmo assim, nunca ficou uma temporada inteira afastado, ainda que nunca tenha conseguido as bênçãos de nenhum abastado patrocinador.
O começo da carreira de Heidfeld já foi marcado por um certo revés. Estreou na Prost, em 2000, mas seu contrato era com a McLaren. Campeão de F3000 em 1999 pelo time júnior da escuderia prateada, ingressava na F1 em uma equipe menor com o objetivo de ser preparado para ser piloto McLaren dentro de alguns anos, quando Mika Hakkinen se aposentasse. Não teve um bom ano, mas a McLaren bancou-o na Sauber em 2001. Foi uma boa temporada, com pódio e tudo, mas o alemão foi vítima do efeito Kimi Raikkonen. Hakkinen, bicampeão e de grande reputação na McLaren, indicou seu compatriota para substituí-lo em 2002. Kimi fez alguns testes, caiu nas graças de Ron Dennis e Nick ficou a ver navios.
Já independente da McLaren, precisou reconstruir sua carreira, ainda que permanecendo na Sauber. Mas o baque foi grande. Em 2003, principalmente, cometeu muitos erros e ficou em situação delicada na equipe. Acabou dispensado por Peter Sauber e ficou sem rumo. Muitos já davam sua carreira como acabada, até que, surpreendentemente, descolou uma vaga na Jordan para 2004.
A Jordan vivia seu ocaso, sem dinheiro e patrocinadores. Com Giorgio Pantano de piloto pagante – posteriormente substituído por Timo Glock -, Nick seria o responsável pelo desenvolvimento. Mesmo praticamente correndo de graça, topou a oferta. Até que não foi um mau ano para ele, ainda que tenha sido a pior temporada da história da equipe. Nick chegou a conquistar um quinto e um sexto lugares, mas a situação financeira era delicada demais, a ponto de Eddie Jordan ter de vender o time. E, com isso, Nick ficou desempregado outra vez.
Mas a boa temporada na Jordan melhorou sua cotação na Fórmula 1. E com isso foi chamado pela Williams para uma espécie de vestibular para definir quem seria o companheiro de Mark Webber em 2005. Chegou na última hora e superou o favorito à vaga, Antonio Pizzonia. E, assim, continuou na categoria. Apesar de conturbada, foi uma de suas melhores temporadas. Marcou uma pole em Nürburgring, chegou duas vezes em segundo lugar e superava em pontos seu companheiro de equipe, bem mais cotado. Até que sofreu um acidente durante testes em Monza e não pôde disputar os GPs da Itália e da Bélgica. Quando deveria retornar, foi vítima de represália da Williams.
O motivo: a BMW, que fornecia motores e estava deixando a equipe, havia contratado o piloto para disputar a temporada seguinte pelo time que acabara de comprar, a Sauber. Frank Williams e Patrick Head, furiosos, não deixaram mais que Nick voltasse, ficando de fora até o fim do ano. Mas, ainda que com este contratempo, a passagem do alemão pela BMW Sauber foi seu melhor momento na Fórmula 1. Foram quatro temporadas, oito pódios e uma vitória que bateu na trave, no Canadá em 2008.
O problema é que, em fins de 2009, a BMW resolveu abandonar a F1. E Heidlfeld, outra vez, ficou desempregado. Assinou como terceiro piloto da Mercedes para 2010, mas em momento algum foi aproveitado. Virou test driver da Pirelli, ajudou a desenvolver os pneus de 2011, e no fim do ano foi premiado com uma vaga na F1, de novo na Sauber. Disputou os últimos GPs do ano em substituição a Pedro de La Rosa, que fazia um campeonato abaixo da crítica. Para se ter uma ideia, Nick conseguiu em cinco corridas a mesma pontuação do espanhol em 14.
Pena que o bom desempenho não tenha servido para segurar Heidfeld na F1. Precisando de dinheiro, Peter Sauber contratou o mexicano Sergio Perez e Nick, como de costume, ficou a pé. Até que… Robert Kubica, seu ex-companheiro de BMW Sauber, sofreu um sério acidente de rali na Itália. E então Nick Heidfeld voltou às manchetes.
Os resultados dos testes em Jerez de la Frontera não deixaram muitas dúvidas sobre quem seria o escolhido para substituir Kubica. Faltam a Bruno Senna e Vitantonio Liuzzi, os outros candidatos, a experiência e a consistência que sobram em Heidfeld. Semana passada veio a confirmação. É a escolha óbvia.
Paradoxalmente, a temporada na Renault pode ser a mais promissora de toda a carreira de Nick. O carro vem andando bem, não é de se duvidar que possa brigar por vitórias, ainda que eventualmente. E assim, quem sabe, o alemão possa conseguir livrar-se da pecha que o acompanha já há alguns anos: é o piloto que mais GPs disputou sem ter vencido um sequer, em toda a história da sexagenária Fórmula 1.
Com tantas idas e vindas, altos e baixos até injustos para um piloto de talento, um fato não dá para negar. Nick Heidfeld pode não ser brasileiro, mas não desiste nunca.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A realidade da F1, by Jaime Alguersuari
Jaime Alguersuari falou uma grande verdade: Fernando Alonso é o melhor deste momento da F1. Concordo totalmente com Jaime. Alonso para mim é o melhor, seguido de Jenson Button, que também foi citado por Alguersuari, que acredita na recuperação do campeão de 2009. Com um carro que era pífio, Alonso melhorou da água para o vinho. Alguersuari disse que ele não tem o melhor carro, mas é o melhor piloto. Jaime, em outra ocasião, disse que Massa pode melhorar psicológicamente, mas nesse ponto eu discordo. Acho que não tem motivos para as corridas de Massa serem tão ruins. 2 anos e 10 meses se passaram do acidente, não tem justificativa. Adrian Sutil, Jerome d'Ambrosio, Romain Grosjean entre outros podem ser bons nomes para a vaga de Massa. Não sei.
domingo, 27 de maio de 2012
Franchitti: 3 500 milhas
Dario Franchitti é um piloto espetacular. Venceu as 500 milhas de Indianápolis. Mas não foi um trabalho nada fácil. Por pouco a vitória não ficou com o japonês Takuma Sato. Na primeira curva da última volta, Sato quase passou Franchitti. Mas a afobação desmedida do nipônico prevaleceu. Tony Kanaan foi outro pretendente a vitória. Na relargada, após o abandono de Josef Newgarden, baixou o santo em Tony e ele, que estava em quinto, não perdeu tempo atrás de ninguém. Com todo o talento, ele liderou e só não ganhou porque uma KV é muito pouco competitiva perto de uma Ganassi. A corrida teve muitos pretendentes a vitória. Mas o leite ficou com Dario Franchitti. Oriol Servià, da Dreyer & Reinbold, ficou em 4º. Na minha opinião, Franchitti atualmente é o melhor. E é o único desta Indy atual que pode ser um futuro A.J Foyt. Kanaan e Castroneves também podem ser ótimos, mas Dario, primo de Paul di Resta, é o melhor. Vou aproveitar e dedicar este post ao campeão do ano passado, Dan Wheldon. Quem viu a corrida viu a bela homenagem que fizeram a ele. Pegaram o carro na qual ele venceu as 500 milhas e deram uma volta no circuito. Parabéns Franchitti! E Wheldon, espero que você seja um excelente campeão de onde você está agora. JR Hildebrand, você terá muitas oportunidades de vencer as 500 milhas.
VIVA MARK WEBBER!!!
Mark Webber correu muito. 78 voltas completadas, e de um jeito espetacular. Segurou um bolo de 5 carros, formado por Nico Rosberg, Fernando Alonso, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Felipe Massa. Esses forem os pretendentes a vitória do GP de Mônaco. Outro que fez uma corrida sensacional foi Heikki Kovalainen, da Caterham. O angry bird terminou em 13º. Paul di Resta também pilotou como gente grande. Terminou a corrida em sétimo, e teve chances reais de vencer a corrida. Felipe Massa também correu muito bem. Concluiu a prova em sexto. O garoto-problema da corrida foi Sergio Pérez. O mexicano arranjou várias confusões durante a corrida.
Acompanhe os pódios de 2012:
Austrália:
1-Jenson Button
2-Sebastian Vettel
3-Lewis Hamilton
Malásia:
1-Fernando Alonso
2-Sergio Pérez
3-Lewis Hamilton
China:
1-Nico Rosberg
2-Jenson Button
3-Lewis Hamilton
Bahrein:
1-Sebastian Vettel
2-Kimi Räikkönen
3-Romain Grosjean
Espanha:
1-Pastor Maldonado
2-Fernando Alonso
3-Kimi Räikkönen
Mônaco:
1-Mark Webber
2-Nico Rosberg
3-Fernando Alonso
Acompanhe os pódios de 2012:
Austrália:
1-Jenson Button
2-Sebastian Vettel
3-Lewis Hamilton
Malásia:
1-Fernando Alonso
2-Sergio Pérez
3-Lewis Hamilton
China:
1-Nico Rosberg
2-Jenson Button
3-Lewis Hamilton
Bahrein:
1-Sebastian Vettel
2-Kimi Räikkönen
3-Romain Grosjean
Espanha:
1-Pastor Maldonado
2-Fernando Alonso
3-Kimi Räikkönen
Mônaco:
1-Mark Webber
2-Nico Rosberg
3-Fernando Alonso
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O que é isso, Alonso?
Fernando Alonso pirou. Viajou na maionese. O capacete acima é o que ele vai disputar o GP de Mônaco. A coisa ficou horrível. Para mim, só vi uma coisa pior: o capacete de Nick Heidfeld no GP da Alemanha de 2009. O capacete de Alonso ficou muito feio. Ele é um piloto que geralmente tem capacetes muito bonitos. Exceto a pintura de 2009, os capacetes de Alonso sempre foram lindos. Ele sempre teve a predominância do azul, vermelho e amarelo. Agora, ele fez essa coisinha "linda" aí em cima.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Os estadounidenses de volta
Desde o GP de Nurburgring de 2007 a Fórmula 1 não tem um piloto norte americano. O californiano Scott Speed foi o último. Mas Alexander Rossi (que embora pareça que seja germano-italiano, é estadounidense) e Conor Daly estão querendo entrar na F1. Rossi fez um teste na Caterham, no lugar de Heikki Kovalainen. Conor Daly venceu o GP de Barcelona da GP3 series, dos mesmos donos da GP2. A GP3 é uma "escola" para a GP2, que por sua vez, é a "escola" para a Fórmula 1. Eu acho que é bom ter nações novas ou que não estão na F1 faz tempo!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
A hora e a vez de Alguersuari
A vez de todo mundo chega. A vez de Jaime vai chegar. Ele vai conseguir alguma equipe boa. Algo decente. Nenhuma equipe porcaria tipo Toro Rosso. Logo, logo o calo de Vergne e Ricciardo também vai apertar. Eles que pensem que desempenhos medíocres vão manter ele lá. Alguersuari e Buemi foram muito melhores do que eles. Vergne e Ricciardo podem ser bons pilotos, mas não fizeram nada que Jaime Alguersuari nunca fez. Alguersuari foi até hoje o piloto da Toro Rosso que mais marcou pontos. Vamos Jaime! Você consegue! Vergne e Ricciardo são "zinhos"!
domingo, 13 de maio de 2012
Pastor Maldonado: um futuro campeão
De forma inesperada, Pastor Maldonado ficou em segundo lugar no grid para o GP da Espanha de 2012. Porém, horas depois, a pole position de Lewis Hamilton foi cancelada, pois ele parou na pista sem combustível. A pole ficou com Pastor Maldonado. É a primeira pole da Venezuela na F1. Hoje, às 9:00 no horário brasileiro, 14:00 no horário espanhol, foi dada a largada. Fernando Alonso, segundo colocado, pulou na frente de Pastor, como era esperado. Mas aconteceu uma grande reviravolta na corrida. Ao fazer a parada no exato momento, Pastor Maldonado imprimiu um ritmo de corrida impressionante. Isso fez com que ele vencesse a corrida. A primeira vitória de um venezuelano da F1, e a primeira da Williams desde o GP do Brasil de 2004, com Juan Pablo Montoya. A festa poderia ter sido completa, mas durante a festa da Williams, mas infelizmente durante a festa de comemoração da Williams, um incêndo de grandes proporções ocorreu no boxes, acabando com a festa. As causas do incêndios não foram reveladas. Agora, ficaremos com a música que Alessandra Alves citou na transmissão da Bandeirantes/Band News.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
O novo velho casco de Alguersuari
Jaime Alguersuari voltou com tudo. Mas não nas pistas, e sim na arte. O piloto de testes da Pirelli está com o seu capacete dos tempos do kart. Sem a alteração "redbullesca", o capacete ficou original: quem é especialista sabe de quem é. Mas o capacete é que vai se destacar. A lei do mínimo esforço predominou na Pirelli, que tem o carro todo preto. Para mim, é falta de originalidade, mas o contraste das cores amarelas do capacete de Jaime com o preto, que é uma cor fria, pode deixar uma combinação bacana. Bem vindo de volta, Jaime! Curta muito esses momentos em que você estará no carro!
sábado, 5 de maio de 2012
ME POUPE, ALONSO!
Fernando Alonso deu uma declaração que me soou falsa. Ele disse que Felipe Massa é um dos melhores pilotos da F1. Mas desculpe, ele não é um mosquito perto de Jenson Button, Lewis Hamilton, Fernando Alonso, e até mesmo, Nico Rosberg. Massa ocupa a 17º posição do campeonato, enquanto Fernando Alonso é o 5º.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Seis por cinco
Seria incorreto da minha parte dizer que foram trocados seis por meia dúzia na Toro Rosso. Pelo contrário. Foram trocados seis por cinco. Não é um "Alguersuarista" que está falando isso. Eu posso não ter gostado da atitude da Toro Rosso, mas justiça seja feita: Jean-Éric Vergne e Daniel Ricciardo não fizeram nada que Jaime Alguersuari e Sebastien Buemi não fizeram. Se Vergne ou Ricciardo tivessem feito algo magistral como Sergio Pérez fez, eu tiraria meu chapéu para eles.
sábado, 28 de abril de 2012
AO VIVO: São Paulo Indy 300
Os carros estão nos boxes. Rahal entra no medical car. Poucas pessoas mexem no carro de Rubens Barrichello. O carro de Rahal já é resgatado. Dario Franchitti ocupa a 17º posição.
Volto em instantes
Volto em instantes
AO VIVO: São Paulo Indy 300
Will Power chega ao "s" do samba. Barrichello anda em 13º, e Tony Kanaan anda em 8º. Oriol Servià é o último. Graham Rahal abandona o treino.
Volto em instantes
Volto em instantes
domingo, 22 de abril de 2012
Excelente corrida!
Não aguentei. Estou quebrando minha promessa. Eu não ia escrever nada sobre o GP do Bahrein, mas a corrida ganhou o meu coração. Me desculpem. E a atuação da Lotus e seus pilotos impressionou. Sem sombra de dúvida. Um campeonato equilibrado e ótimas corridas! Kimi Raikkonen queria engolir Sebastian Vettel, e nisso, Romain Grosjean ia chegando. Paul di Resta também foi muito bem, e terminou em 6º. Enfim, a corrida foi ótima.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Chega Vettel!
A Force India presenciou um atentado no Bahrein, mas felizmente não ocorreu nada com ninguém. Diante disso, Sebastian Vettel resolveu dar outra declaração infeliz. A primeira foi com Narain Karthikeyan, da HRT. Vettel tocou na asa traseira do indiano, que era retardatário. Fez muitas críticas, e n fim, nem pediu desculpas. Agora, ele resolveu fazer que nem Martin Whitmarsh, CEO da McLaren. Eles acham que ir para Sakhir não é tão diferente de vir para São Paulo! Decepcionante...
terça-feira, 17 de abril de 2012
O senhor Sorvete quer pódio
O carro de Kimi Räikkönen teve problemas no GP da China, ele estava em segundo lugar, mas foi caindo, até terminar em 14º. Ele está com sede de pódio, e almeja ficar entre os três primeiros. Räikkönen ganhou minha simpatia depois do GP da Malásia. Em 2009, até então última vez que ele tinha corrido no país, enquanto os pilotos aguardavam o reinício da corrida dentro do carro após a tempestade que caiu, ele foi visto de bermuda no hospitality center da Ferrari pegando um picolé. Neste ano, antes de todos os jornalistas chegarem na sala de imprensa, ele deixou um sorvete para cada um que tinha lugar marcado e um bilhete, que segundo ele, dizia mais ou menos isso: Aproveite esse sorvete para você se refrescar do calor da Malásia". Fiquei com uma curiosidade: o meu amigo Ico também ganhou um?
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